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11 de fevereiro de 2011

DNA individual tem mais dados que todos os HDs

Em 1986, existiam 500 megabytes per capita no mundo; hoje, o número passa de 44 mil, diz estudo na "Science" A quantidade de informação pelo mundo explodiu em 20 anos.

A morte do vinil e o surgimento dos HDs pessoais multiplicaram a quantidade de informação gravada no mundo, mas tudo que já foi produzido pela humanidade ainda apanha feio de uma única célula humana.
Bem feio: há cerca de cem vezes mais informação codificada no DNA humano do que em todos os livros, CDs, computadores, negativos de fotos e todo tipo de lugar onde se armazenam dados, digitais ou analógicos.
Isso não significa que não exista muita coisa arquivada por aí. Em números absolutos, podíamos armazenar, em 2007, ano analisado agora pelos cientistas, 295 exabytes. Isso equivale a cerca de 295 bilhões de gigabytes (um HD doméstico tem uns 300 gigabytes).
É o suficiente para encher 404 bilhões de CDs comuns que, empilhados, cobririam um pouco mais do que a distância da Terra à Lua.
Os números são de uma pesquisa americana, publicada na revista "Science", que analisou os dados produzidos e armazenados pela humanidade entre 1986 e 2007. Ela mostra que os meios analógicos dominaram a lista até 2002, quando foram superados pelos digitais. Em 2007, essa já era a forma de armazenamento de 97% da informação.
Os dados guardados em papel, que, em 1986 já representavam apenas 0,33% do total, em 2007 passaram a representar 0,007% -qualquer vídeo de dez minutos no YouTube tem mais informação ("é mais pesado", como se diz na internet) do que uma enciclopédia inteira.
"É o primeiro trabalho a quantificar como os seres humanos lidam com a informação", diz Martin Hilbert, da Universidade da Carolina do Sul, que liderou o estudo.

EVOLUÇÃO

Em 1986, a quantidade de informação por pessoa poderia ser guardada em um CD-ROM de 730 MB, e ainda sobraria espaço. Em 1993, o número aumentou para 4 desses CDs. No ano 2000, eram 12 por pessoa.
A mudança mais perceptível foi em 2007, quando eram 61 desses discos por pessoa.
Os pesquisadores chegaram a esses números utilizando informações de várias origens. No que se refere aos dados armazenados digitalmente, usaram as informações industriais relativas à produção global histórica de dispositivos de memória.
Dados analógicos foram obtidos a partir de relatórios sobre a quantidade de livros, revistas e jornais existentes no mundo, utilizando pesquisas anteriores sobre o tema como referência.
Neste ritmo, a quantidade de informação armazenada pela humanidade só ultrapassará a que está "gravada" no DNA humano por volta do ano de 2039.
Os cientistas ainda debatem se toda a informação contida no DNA humano é fundamental para construir e manter o organismo. Pesquisadores propuseram o conceito de "DNA lixo", resquícios no genoma que não serviriam para nada, mas ele tem sido bastante atacado.

"ZIPADO"

Para uniformizar a medição, os cientistas fizeram algo parecido com os softwares de compactação de arquivos -como os do tipo ZIP: diminuíram o tamanho dos arquivos retirando os trechos redundantes das mensagens.
Devido à grande quantidade de fontes, os pesquisadores não se preocuparam se as informações eram inéditas ou repetidas. O que foi considerado mais relevante era o tempo de armazenamento e e a finalidade com que os dados foram gravados.
Por isso, uma centena de cópias da ata de uma reunião distribuídas no evento não seriam consideradas, por exemplo. Sua finalidade não era armazenar a informação, apenas apresentá-la de forma passageira.

TELECOMUNICAÇÕES

O estudo também avaliou os dados transmitidos nas telecomunicações.
Telefones celulares são a forma mais difundida de comunicação, com 3,4 bilhões de dispositivos em 2007. As linha de telefone fixo são 1,2 bilhão, e há 600 milhões de assinaturas de internet.
Mas, por incrível que pareça, a principal finalidade do celular não são chamadas telefônicas. Segundo a pesquisa, o tráfego de dados nos aparelhos supera o de voz.

Créditos: Folha Online

8 de dezembro de 2010

Tirando um cochilo na "INFO Summit"


Recebi o e-mail (abaixo) da Editora Abrilllllllll, mais precisamente da Revista INFO, a qual já FUI assinante, só p/ registrar!! rsrs

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JADSON,
 
Sentimos sua falta na primeira edição do INFO Summit realizado em 1 de dezembro. Foi uma oportunidade única para conhecer as tendências na área de TI e compartilhar conhecimentos e experiências. Contamos com sua presença na próxima edição do evento.

Mas, antes disso, cheque no link abaixo e veja as principais discussões que tivemos no INFO Summit.

Um abraço,
Ricardo Packness de Almeida
Diretor de Marketing
VOCÊ S/A - VOCÊ RH - EXAME - INFO




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Ma o que mais chamou atenção foi como a platéia estava compenetrada na palestra.


Imagina como esse ai estava ligado na apresentação. (rsrs)


É rapzzzzz, brincadeiras à parte, o povo do   M a r k e t i n g  não viu isso?? hum...




Fuiiiiiiiiiii

1 de setembro de 2010

Saiba quando alguém está usando seu Gmail em outro computador



Para aqueles que usam o Gmail ai vai uma ótima Dica.


Você já se perguntou se tem algum estranho usando o seu e-mail em outro computador?
Se você usa o Gmail, pode conferir isso de um jeito bem simples. Veja:


Logo abaixo das suas mensagens da caixa de entrada fica essa espécie de menu com algumas opções para a sua conta. Ao lado de Última atividade da conta, existe um link escrito Detalhes. Clique sobre ele e uma nova janela será aberta.



Logo no topo da janela que se abre, o Gmail informa se a conta parece estar aberta em outro local. Abaixo da informação, também é possível ver de onde você acessa seu e-mail.

Fonte.: http://circuitointegrado.folha.blog.uol.com.br/

19 de maio de 2010

Site gratuito para hospedar áudio

O site esnips.com permite a postagem de arquivos próprios que podem ser ouvidos diretamente na página ou mesmo fazer o download do que foi publicado e hospeda os arquivos de áudio gratuitamente.

As músicas ou gravações são facilmente compartilhadas em blogs ou redes sociais ou arquivadas de maneira organizada em pastas.

Para usar o serviço é necessário fazer um rápido cadastro.




Fonte.: Rosana Hermann, jornalista e blogueira do portal R7 

18 de maio de 2010

Informática: Edição de Documentos Online

Hoje, FolhaOnline no Caderno de Informática:


Edição de documentos do Google é mais segura que em HD, afirma usuário



Segurança e edição simultânea são as grandes premissas do Google Docs, de acordo com o diretor de criação Lucas Simon, 27. Ele é um dos que adotaram o sistema on-line como principal método para a edição de documentos. Simon afirma que, em 90% das vezes, usa o Google Docs para organizar informações.



Os outros 10% ficam a cargo de "um relatório mais bonitinho, porque nessa parte visual ele não ajuda muito", diz. O programa de apresentações (que emula programas do gênero PowerPoint), exemplifica, ainda é um pouco limitado.


Fred Chalub/Folha Imagem


Segurança e edição simultânea são as grandes premissas do Google Docs, de acordo com o diretor de criação Lucas Simon




















"O Google Docs é ideal para usar como acompanhamento de um trabalho, nunca como um trabalho final. É ótimo porque é colaborativo. Existe compartilhamento de informação, é fácil de atualizar entre duas ou três pessoas que elaboram um mesmo documento. Essa é a grande sacada do Google Docs", aponta Simon.
"Agora, em termos de lay-out do documento, é necessário usar o Office [Windows] ou iWork do Mac."
Ele também afirma que confia mais no servidor do Google para armazenar documentos do que no HD (memória física de armazenamento do computador).
"Costumo deixar minhas senhas no Google Docs, dentro de um arquivo de texto. Isso inclui as senhas de banco também. Não lembro senhas de banco", diverte-se. "Computador é muito fácil de invadir. No e-mail, se você tem uma senha muito boa, é muito mais difícil."
O Google Docs funciona perfeitamente no Safari para iPhone, celular inteligente usado por Simon.
E quanto ao Docs.com, novo sistema de edição de documentos da Microsoft e do Facebook? "Se tiver as mesmas facilidades que o Office tem, ótimo. Se tiver os mesmos problemas que o Windows tem, é péssimo."


Uso o Google Docs, gosto muito pois é prático de fácil de usar, e por isso, vem crescendo em usuários. Uma ótima dica para que quiser editar textos online.

12 de maio de 2010

Fissura na Grafia

Sírio Possenti, linguista da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), concedeu por telefone uma entrevista excelente para a reportagem de capa do caderno Informática de 12 de maio.

Confira:

FISSURA NA GRAFIA
Acho que há uma fissura excessiva com o problema de grafia, de maneira geral. Acho que ela se deve ao fato de que é a única coisa, a rigor, que a maioria das pessoas sabe corrigir. Se elas leem um texto e veem um cê-cedilha que não deveria estar ali, dizem: “Esse texto está errado”. Mas elas não se dão conta, frequentemente, se o texto é incoerente, contraditório, incompleto, se o argumento é uma droga. A maioria não percebe.
SASHA
Um monte de gente corrigiu o “s” dela [em 2009, a filha de Xuxa escreveu “cena” com “s” no Twitter] e ninguém pensou, por exemplo, “como eu sou um idiota por seguir a Xuxa no Twitter”. [O sujeito] pensou que fosse um gênio porque tinha descoberto um erro de grafia, mas não se deu conta de que é um idiota porque a profissão dele é seguir a Xuxa no Twitter.
SAPATO MAL AMARRADO
Acho que há um equívoco brutal de abordagem dos fenômenos da linguagem, considerando que a grafia é uma coisa hiperimportante. Isso pega de cima para baixo, da intelectualidade brasileira até o povão. E acho que é um equívoco, porque deveria ficar claro para todo mundo que a ortografia, a rigor, nem é língua, é uma lei. Evidentemente, não tem como dizer que não é um erro, até porque está definido em lei, mas é um erro que não tem lá tanta importância. Devia ser visto como uma coisinha qualquer, como um sapato um pouco mal amarrado. Não devia merecer tanto interesse.
ABREVIATURAS
Sobre as abreviaturas, eu tenho dito coisas que acho óbvias. Uma é que elas sempre existiram em maior ou menor grau, e isso depende muito do contexto. Se você está anotando aula, você abrevia mais do que se você está escrevendo para um jornal. Se você está no computador, escrevendo um e-mail para o seu chefe, você abrevia mais do que se você escreve um livro. Não é que isso seja determinado, mas isso está associado ao contexto e ao tipo de suporte que você usa. E também ao tipo de interlocução. Por exemplo, usar a abreviatura em chat, para adolescentes, é um traço de identidade. Se eles escrevem tudo certinho, se sentirão como se fossem velhos. É um problema que, digamos, passa por vários lugares, mas não deveria ser visto apenas como um erro e muito menos como destruição da língua, porque isso seria achar que a grafia é a língua. O que seria uma grossa bobagem.
CLASSIFICADOS
Sabe qual é o argumento mais interessante sobre isso? Pegue um jornal como a Folha ou o Estadão, olhe os pequenos classificados e veja como eles estão escritos. Aí você vai ter uma ideia muito clara da relação entre o tipo de grafia e o tipo de texto que se está escrevendo. Ninguém usa as abreviaturas dos pequenos anúncios na primeira página ou no editorial. Mas também ninguém usa a grafia do editorial nos pequenos anúncios.
GÊNEROS E SUPORTES
Mal comparando, esses suportes eletrônicos, como celular para mandar recadinhos, ou Messenger, chat etc. são lugares nos quais as pessoas escrevem de uma maneira não pessoal, porque ela é muito uniforme entre os usuários, mas de uma maneira muito peculiar e associada exatamente a esses suportes e aos gêneros que se escrevem nesses suportes. Isso não é nem uma ameaça à língua —a língua nem fica sabendo disso— e muito provavelmente não é uma ameaça nem à escolaridade daqueles que fazem isso, até porque nada garante que quem escreve dessa forma no Twitter escreve assim quando escreve em outro lugar. Para dizer isso, seria necessário fazer uma pesquisa para ver se é verdade. Os professores, em geral, dizem que sim, que têm medo, mas os alunos, quando são entrevistados sobre isso, têm clara consciência de que uma coisa é uma coisa e de que outra coisa é outra coisa.
Escrito por Rafael Capanema - FolhaOnline: íntegra da entrevista com o linguista Sírio Possenti

2 de janeiro de 2010

"Justificado" formatação de textos no MS Excel

Enfim 2010. No primeiro post do ano também vou iniciar uma nova fase no blog. Como gosto muito de informática, sempre que possível vou postar algumas dicas legais com essa temática.

E a primeira, é uma dica bem simples. Porém, muito util.

Como colocar um texto no formato "justificado" em uma determinada célula no MS Excel
?

1 - Primeiro clique na célula a qual deseja colocar o texto. Em seguida, clique com o botão direito do mouse. Na lista surgir, clique em "Formatar Células...". Como mostra a imagem abaixo:


clique na imagem para amplicar

2 - Na outra janela que se abrirá, clique na aba "Alinhamento" . Logo depois, selecione "Justicar" nas caixas "Horizontal" e "Vertical". Da mesma forma que na imagem abaixo:


clique na imagem para amplicar

Ponto, Clique em OK. E está feito.

Espero ter ajudado. Depois tem mais... rsrs

Abraços!!